Abarth 695C Convertible

Abarth 695C Convertible

Ficha técnica, versões e história do Abarth 695C Convertible.

Gerações do Abarth 695C Convertible

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Abarth 695C Convertible G1

1ª Geração

(2012 - 2013)

1.4 T-Jet 180 cv
Abarth 695C Convertible G1F

1ª Geração Facelift

(2017 - 2024)

1.4 T-Jet 180 cv

Dados Técnicos e Históricos: Abarth 695C Convertible

História do Abarth 695

Abarth 695: Do Ícone Clássico à Era da Eletrificação

A trajetória do Abarth 695 não representa apenas a história de um veículo compacto de alto desempenho, mas sim a materialização de uma filosofia de engenharia que prioriza a agilidade, a potência específica e a conexão visceral entre o condutor e o asfalto. Desde a sua fundação em 1949 pelo engenheiro ítalo-austríaco Carlo Abarth, a marca do escorpião consolidou-se como uma divisão especializada em transformar automóveis de produção em massa em máquinas de competição e de uso entusiasta. No centro desta evolução está o modelo 695, que historicamente serviu como o ápice da performance dentro da linhagem baseada no Fiat 500, evoluindo de um pequeno "pocket rocket" da década de 1960 para um ícone tecnológico de colecionador no século XXI.

As Raízes da Performance: O Abarth 695 Clássico (1964–1971)

A gênese da designação 695 remonta ao Salão do Automóvel de Genebra de 1964. Naquela época, a Abarth já era reconhecida por seus kits de preparação que transformavam o modesto Fiat 500 em um competidor temido em circuitos europeus. O lançamento do Abarth 695 original foi uma resposta direta à necessidade de maior cilindrada para competir em categorias superiores, utilizando como base o chassi do Fiat 500 D.

A modificação fundamental residia no aumento do diâmetro dos cilindros do motor bicilíndrico refrigerado a ar, elevando a capacidade de 499 cc para 690 cc. Embora o modelo base já representasse um salto em relação aos modelos de fábrica, foi a versão "esse esse" (SS), introduzida em 1966, que definiu o padrão de performance da época. O 695 SS apresentava um carburador Solex C28 PBJ, pistões de alta compressão, molas de válvulas reforçadas e um comando de válvulas redesenhado para suportar regimes de rotação mais elevados.

Especificações Técnicas da Primeira Geração

A tabela abaixo detalha as diferenças fundamentais entre o modelo de entrada e a variante de alta performance da era clássica.

Atributo Técnico Abarth 695 (1964) Abarth 695 SS (1966)
Arquitetura do Motor Bicilíndrico, 690 cc Bicilíndrico, 690 cc
Potência Máxima 30 hp @ 4.900 rpm 38 hp @ 5.200 rpm
Velocidade Final ~130 km/h ~140 km/h
Peso em Ordem de Marcha 560 kg 570 kg
Sistema de Alimentação Carburador Solex Solex C28 PBJ Otimizado
Produção Total Variável 1.000 unidades

O 695 SS distinguia-se visualmente por seus arcos de roda alargados e pelo icônico capô traseiro mantido entreaberto por suportes mecânicos. Esta não era uma escolha puramente estética; a abertura era vital para o arrefecimento do motor e para a estabilização aerodinâmica, uma vez que o fluxo de ar ajudava a manter a traseira do carro plantada em altas velocidades. Estima-se que, das 1.000 unidades produzidas, apenas cerca de 150 exemplares originais sobrevivam atualmente, tornando-os alvos primários de colecionadores globais.

O Renascimento Moderno: A Estratégia das Séries "Tributo" (2009–2013)

Após a aquisição da Abarth pela Fiat em 1971 e um período de foco em rally com modelos como o 131 Abarth, a marca entrou em um hiato até o seu relançamento oficial em 2007. A designação 695 retornou em 2009, não como um modelo de produção em massa, mas como uma plataforma para edições limitadas de prestígio que conectavam a Abarth a outras marcas de luxo do Grupo Fiat, como Ferrari e Maserati.

Abarth 695 Tributo Ferrari: O Superesportivo Urbano

Lançado no Salão de Frankfurt de 2009, o Abarth 695 Tributo Ferrari foi projetado para oferecer aos proprietários de Ferrari um veículo ágil para o tráfego urbano, sem comprometer a alma esportiva. Este modelo introduziu o motor 1.4 Turbo T-Jet calibrado para entregar 180 hp, uma marca impressionante para a época em um carro deste segmento.

A transmissão escolhida foi a "Abarth Competizione", uma caixa manual automatizada (MTA) com borboletas atrás do volante, que buscava mimetizar a experiência de troca de marchas dos modelos de Maranello. O sistema de frenagem foi atualizado para pinças Brembo fixas de quatro pistões com discos de 305 mm, garantindo uma capacidade de desaceleração condizente com o aumento de potência.

Detalhamento da Produção por Cores (Tributo Ferrari)

A exclusividade do modelo foi reforçada por uma tiragem limitada e uma paleta de cores que remetia diretamente à Ferrari.

Cor de Lançamento Unidades Produzidas (Est.) Significado Histórico
Rosso Corsa 1.199 Cor oficial da Scuderia Ferrari
Giallo Modena 299 Homenagem à cidade natal de Enzo Ferrari
Blu Abu Dhabi 99 Referência à expansão global da marca
Grigio Titanio 99 Foco em elegância técnica e discrição

O interior do Tributo Ferrari apresentava bancos "Abarth Corsa by Sabelt" com estrutura em fibra de carbono, reduzindo o peso em 10 kg em relação aos bancos padrão, além de acabamentos em Alcantara e um painel de instrumentos específico produzido pela Jaeger.

Abarth 695 Edizione Maserati: O Gran Turismo em Miniatura

Em 2012, a marca apresentou o 695 Edizione Maserati, focado em sofisticação e conforto, em vez da agressividade bruta do modelo Ferrari. Baseado exclusivamente na carroceria conversível (695C), o modelo era pintado na cor exclusiva "Pontevecchio Bordeaux" da Maserati e apresentava um teto de lona cinza titânio.

Diferente do Tributo Ferrari, o foco aqui era o refinamento. O interior era revestido em couro bege "Poltrona Frau", e o sistema de áudio foi substituído por uma unidade JBL de 400W com 9 alto-falantes e amplificador de 8 canais. Mecanicamente, mantinha os 180 hp do motor 1.4 T-Jet e a transmissão MTA, mas com um ajuste de suspensão Koni FSD (Frequency Selective Damping) configurado para uma condução mais suave, embora ainda esportiva. A produção total foi restrita a 499 unidades numeradas.

A Engenharia sem Compromissos: O Fenômeno 695 Biposto (2014–2020)

Em 2014, para comemorar o 50º aniversário do primeiro 695, a Abarth lançou o Biposto, rotulado como o "menor supercarro do mundo". Este modelo representou o ápice da transferência de tecnologia das pistas para as ruas. A remoção dos bancos traseiros e a instalação de uma barra de reforço de titânio Poggipolini permitiram um peso a seco de apenas 997 kg.

O motor 1.4 T-Jet foi elevado para 190 hp, o que resultava em uma relação peso/potência de 5,2 kg/hp, permitindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,9 segundos. O Biposto foi o primeiro carro de rua de produção a oferecer como opcional uma caixa de câmbio de engates frontais (dog-ring) com alavanca em forma de "H" em alumínio exposto, permitindo trocas de marcha sem o uso da embreagem em regimes de pista.

Inovações Técnicas do Modelo Biposto

O pacote tecnológico do Biposto incluía componentes raramente vistos em carros de seu porte:

  • Janelas de Policarbonato: Janelas laterais fixas com painéis deslizantes, idênticas às usadas em carros de competição.
  • Intercooler Frontal: Otimização do fluxo de ar para manter a densidade da carga de admissão em uso extremo.
  • Rodas OZ de 18 Polegadas: Redução da massa não suspensa e melhor ventilação dos freios.
  • Escape Akrapovič: Sistema com ponteiras de titânio e válvula ativa Dual Mode.

Uma variante limitada, o 695 Biposto Record, foi lançada com 133 unidades na cor Amarelo Modena para celebrar o número de recordes mundiais detidos pela Abarth. Esta edição incluía o diferencial de deslizamento limitado mecânico como item de série, um componente essencial para gerenciar os 250 Nm de torque em saídas de curva.

A Evolução da Série 4: Reestilização e Modernização (2016)

Em 2016, a linha Abarth passou por uma atualização profunda, frequentemente referida como "Série 4". Esta fase marcou a democratização tecnológica e estética dos modelos 595 e 695.

Mudanças Externas e Aerodinâmicas

O facelift trouxe novos para-choques com entradas de ar significativamente maiores. A abertura frontal central foi redesenhada para melhorar a capacidade de refrigeração em 18%, um fator crítico para a estabilidade térmica do motor turbo em climas quentes. As luzes diurnas (DRL) passaram a ser de LED, e o difusor traseiro tornou-se mais proeminente e funcional.

Atualização do Ambiente Interno e Conectividade

O interior recebeu uma renovação tecnológica com o sistema Uconnect de 7 polegadas. Pela primeira vez, os condutores podiam acessar telemetria em tempo real, além de integração total com Apple CarPlay e Android Auto. Os materiais foram elevados para incluir Alcantara no painel e novas opções de acabamento em fibra de carbono fosca, reduzindo reflexos durante a condução esportiva.

Parcerias de Estilo e Edições Comemorativas (2017–2022)

A fase pós-2016 foi caracterizada por edições que celebravam parcerias estratégicas e marcos históricos, utilizando o 695 como a base mais exclusiva.

Abarth 695 Rivale: O Iate para as Ruas

Nascido da colaboração com o estaleiro Riva, o 695 Rivale foi concebido para espelhar a elegância do iate "56’ Rivale". A pintura bicolor "Riva Sera Blue" e "Shark Grey" era dividida por uma linha dupla em "Aquamarine", simbolizando a linha de flutuação de uma embarcação. O luxo era evidente no painel, que podia ser especificado em madeira de mogno com incrustações de maple, além do couro azul nos bancos. Mecanicamente, entregava 180 hp e utilizava amortecedores Koni FSD e freios Brembo como padrão.

Abarth 695 70th Anniversario e o Spoiler Ajustável

Para celebrar sete décadas da marca em 2019, a Abarth lançou uma edição limitada de 1.949 unidades. A grande inovação foi o "Spoiler ad Assetto Variabile", um aerofólio traseiro ajustável manualmente em 12 posições, de 0 a 60 graus.

A importância aerodinâmica desse sistema é quantificável: na posição de máxima inclinação (60°), o spoiler gera um acréscimo de 42 kg de carga aerodinâmica a uma velocidade de 200 km/h. Isso se traduz em maior estabilidade da traseira em frenagens fortes e curvas de alta velocidade, reduzindo a necessidade de intervenções do controle eletrônico de estabilidade (ESP).

Abarth 695 Esseesse (2021): Leveza e Herança

O modelo Esseesse de 2021 foi uma homenagem direta ao "Cinquino" preparado de 1964. Com foco na redução de massa, o carro recebeu um novo capô de alumínio com duas protuberâncias, sendo 25% mais leve que o capô de aço padrão. Juntamente com o sistema de escape Akrapovič com ponteiras de titânio, o peso total foi reduzido em 10 kg comparado ao Abarth 595 Competizione. A produção foi limitada a 1.390 unidades (695 em Preto Scorpione e 695 em Cinza Campovolo).

O Capítulo Final da Combustão: Abarth 695 75° Anniversario (2024)

Como o último tributo ao motor 1.4 T-Jet antes da transição elétrica completa, a Abarth lançou em 2024 a edição de 75 anos. A produção foi limitada a exatamente 1.368 unidades, uma referência à cilindrada de 1.368 cc do motor.

Esteticamente, o modelo é uma declaração de intenções: pintura preta com um escorpião dourado ocupando todo o teto e rodas douradas de 17 polegadas. O interior é adornado com Alcantara preta e bancos de carbono Sabelt com costuras douradas e o logotipo do 75º aniversário.

Dados de Performance - 75° Anniversario
Motor 1.4 T-Jet com Garrett GT 1446
Potência 180 HP @ 5.500 rpm
Torque Máximo 250 Nm @ 3.000 rpm
0–100 km/h 6,7 segundos
Velocidade Máxima 225 km/h
Suspensão Koni FSD Dianteira e Traseira
Comparativo: Hatchback vs. 695C (Cabriolet)

A escolha entre a carroceria fechada e a conversível envolve compromissos técnicos entre pureza dinâmica e experiência sensorial.

O Hatchback é preferido por entusiastas que frequentam pistas (track days), devido à sua maior rigidez torcional. A estrutura fechada permite uma transferência de carga mais previsível e suporta melhor os esforços laterais de uma suspensão endurecida. Além disso, modelos como o 70th Anniversario e o Esseesse são exclusivos da carroceria Hatch para permitir a instalação dos spoilers ajustáveis.

O 695C (Cabriolet), por sua vez, oferece a vantagem auditiva. Com o teto de lona recolhido, o som característico dos escapes Record Monza ou Akrapovič inunda a cabine sem as distorções do isolamento acústico. Estruturalmente, o 695C é cerca de 30 kg a 45 kg mais pesado que o Hatchback, devido aos reforços estruturais necessários para compensar a ausência do teto rígido e ao peso dos motores elétricos da capota.

Diferenças de Peso e Dimensões

Modelo (Série 4+) Hatchback (Manual) 695C Cabrio (Manual)
Peso em Ordem de Marcha 1.045 kg 1.090 kg
Distribuição de Peso (D/T) 64% / 36% ~65% / 35%
Capacidade do Porta-malas 185 L 185 L (Acesso limitado)
Altura Total 1.485 mm 1.488 mm
Evolução Mecânica: O Coração 1.4 T-Jet

O motor 1.4 T-Jet é o pilar de confiabilidade e potência da Abarth moderna. Sua evolução foi marcada pela troca de fornecedores de turbocompressores para atingir novos patamares de potência.

Do Turbo IHI ao Garrett GT 1446

Os modelos iniciais da linha Abarth 500 (135 hp) utilizavam turbos IHI, conhecidos pela resposta rápida em baixas rotações e baixo "turbo lag". No entanto, para as variantes 695, a Abarth adotou o Garrett GT 1446. Embora o Garrett demore um pouco mais para atingir a pressão máxima (full boost de 1.6 bar por volta de 2.800–3.000 rpm), ele permite um fluxo de ar muito maior em altas rotações, sendo o único capaz de sustentar os 180 hp e 190 hp com segurança e longevidade mecânica.

O Sistema Record Monza e sua Evolução Ativa

O escape Record Monza é, para muitos, a assinatura vocal do carro. Sua tecnologia evoluiu de um sistema puramente mecânico para um controlado eletronicamente:

  • Versão Mecânica (Pré-2018): Utilizava uma mola calibrada na válvula de contrapressão. Quando a pressão dos gases de escape atingia um determinado nível (normalmente acima de 3.500–4.000 rpm), a mola era vencida e a válvula se abria, liberando o som mais rouco e direto.
  • Versão Ativa (Pós-2018): A válvula passou a ser controlada por um solenoide eletrônico ligado ao botão "Sport" no painel. Isso permitiu que o condutor tivesse o som aberto mesmo em baixas rotações ou em marcha lenta, melhorando a experiência auditiva urbana.
Dinâmica de Condução e Tecnologia de Chassi

A performance do 695 não vem apenas do motor, mas de um conjunto harmônico de componentes de classe mundial.

  • Diferencial de Deslizamento Limitado (LSD): Introduzido como opcional ou de série em edições limitadas, o diferencial mecânico Abarth é crucial para carros de tração dianteira potentes. Ele garante que o torque seja enviado para a roda com mais tração, reduzindo o subesterço e permitindo acelerações mais agressivas na saída de curvas fechadas.
  • Amortecedores Koni FSD: A tecnologia Frequency Selective Damping utiliza uma válvula hidráulica inteligente que altera a rigidez do amortecedor com base na frequência das imperfeições do solo. Em frequências altas (buracos e asfalto ruim), a válvula permite maior fluxo de óleo para absorver impactos; em frequências baixas (curvas e frenagens), ela se fecha para garantir o máximo de controle de carroceria.
  • Sistema TTC (Torque Transfer Control): Um sistema eletrônico que atua sobre os freios dianteiros para simular um diferencial autoblocante, sendo de série em todas as versões modernas. Embora menos eficaz que um diferencial mecânico puro, o TTC é excelente para condução esportiva cotidiana.
O Tributo ao Rally: 695 Tributo 131 Rally (2022)

Uma das edições mais recentes e significativas foi o Tributo 131 Rally, limitada a 695 unidades globais. Este modelo celebrou os 40 anos da última corrida oficial do Fiat 131 Abarth Rally, um carro que conquistou três campeonatos mundiais de construtores (1977, 1978 e 1980).

O 695 Tributo 131 Rally apresentava a cor bicolor "Blue Rally" e teto preto, além do spoiler ajustável e escapes Record Monza com ponteiras verticais sobrepostas. No interior, o painel era revestido em Alcantara azul com a silhueta do histórico 131 Rally gravada a laser. Mecanicamente, utilizava a configuração padrão de 180 hp com o turbo Garrett e freios Brembo pretos.

Conclusão e Legado

A história do Abarth 695 é um testemunho da capacidade de uma marca em se reinventar sem perder sua essência. Do modesto mas agressivo modelo de 1964 até o tecnologicamente avançado 75° Anniversario de 2024, o 695 manteve-se fiel à visão de Carlo Abarth de que carros pequenos poderiam derrotar gigantes através da engenharia inteligente e da redução de peso.

Modelo de Destaque Ano Produção Potência Diferencial Técnico
695 SS Clássico 1966 1.000 38 hp Capô entreaberto, 690cc
Tributo Ferrari 2009 ~1.696 180 hp Câmbio MTA, Rodas 430 Scuderia
Biposto 2014 N/A 190 hp Câmbio Dog-ring, 2 lugares
Rivale 2017 3.000 180 hp Acabamento em Mogno, Cores Riva
70th Anniversario 2019 1.949 180 hp Spoiler Ajustável 0-60°
Esseesse 2021 2021 1.390 180 hp Capô de Alumínio, -10kg
75° Anniversario 2024 1.368 180 hp Escorpião Dourado, Edição Final

Com o encerramento da produção dos motores a combustão interna, o Abarth 695 torna-se instantaneamente um clássico moderno. Suas edições limitadas e numeradas garantem um valor de revenda estável e um lugar cativo no "Abarth Register", reservado para os modelos de maior importância histórica. O legado do 695 agora passa para os modelos elétricos, mas o impacto emocional e a pureza mecânica das gerações a combustão permanecerão como o padrão ouro de diversão ao dirigir em escalas reduzidas.

Dados técnicos baseados em: • Catálogo oficial da montadora • Documentação WLTP / Inmetro quando disponível • Press releases oficiais

Conteúdo editorial produzido por Gabriel Carvalho. | Última revisão: Dezembro/2025.