Series 1
(1972 - 1975)
Ficha técnica, versões e história do Alfa Romeo Alfetta Berlina.
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(1972 - 1975)
(1975 - 1981)
(1977 - 1981)
(1981 - 1983)
(1983 - 1985)
O desenvolvimento da linha de projetos "Tipo 116" começou em 1967 com o objetivo de preencher a grande lacuna comercial entre o modelo compacto Giulia (Tipo 105) e o sedã de luxo 2000 Berlina. Sob a direção técnica do engenheiro austríaco Rudolf Hruska e com o design coordenado por Orazio Satta Puliga, a fabricante italiana Alfa Romeo idealizou um sedã médio-alto capaz de oferecer amplo espaço familiar sem comprometer o comportamento ágil e a esportividade histórica da marca.
O nome "Alfetta" (que se traduz do italiano como "pequeno Alfa") foi escolhido como uma homenagem aos lendários carros de Fórmula 1 Alfa Romeo Tipo 158 e 159. Esses carros de competição, campeões mundiais em 1950 e 1951 nas mãos de Giuseppe Farina e Juan Manuel Fangio, utilizavam um arranjo mecânico semelhante de suspensão traseira e posicionamento de câmbio.
O lançamento oficial do sedã ocorreu em maio de 1972, próximo à cidade de Trieste. No entanto, o início da produção industrial foi marcado por graves disputas trabalhistas e greves na Itália, o que fez com que o modelo só entrasse em fabricação contínua a partir do meio de 1973. No mercado do Reino Unido, as vendas começaram apenas na primavera de 1974 ao preço de 2.449 libras, um valor que posicionava o sedã italiano em uma faixa de preço ligeiramente acima de concorrentes diretos como o Triumph Dolomite Sprint e o Audi 100 GL. O pacote de equipamentos inicial era refinado para a categoria, incluindo coluna de direção ajustável em altura, afogador manual, acabamento em tecido de padrão típico da década de 1970 e até mesmo um acelerador manual de mão.
A engenharia do Alfetta revolucionou o padrão de construção mecânica da Alfa Romeo ao adotar um sistema de transmissão traseira conhecido como transaxle. Enquanto o motor de liga leve permanecia montado na dianteira do veículo, o conjunto de embreagem, o câmbio manual de cinco marchas e o diferencial de deslizamento limitado eram combinados em uma única carcaça metálica instalada diretamente sobre o eixo traseiro.
Essa distribuição física dos componentes permitiu que o veículo alcançasse um equilíbrio de peso quase perfeito de 50% sobre o eixo dianteiro e 50% sobre o eixo traseiro. Na prática, isso reduziu o momento polar de inércia do automóvel (capacidade de girar sobre o próprio eixo), resultando em respostas de direção rápidas, comportamento neutro em curvas de alta velocidade e excelente tração.
A ligação entre o motor dianteiro e o transeixo traseiro era feita por um eixo cardã dividido em duas seções que girava constantemente na mesma velocidade de rotação do motor. Embora o arranjo proporcionasse estabilidade, o controle das vibrações dessa transmissão longa provou ser um dos maiores desafios mecânicos e de manutenção do modelo ao longo de toda a sua vida útil.
Na parte de trás do chassi, o veículo utilizava um esquema de suspensão do tipo ponte De Dion associada a um paralelogramo de Watts e molas helicoidais para o controle lateral e longitudinal. O tubo De Dion mantinha as rodas traseiras paralelas entre si em curvas e frenagens bruscas, eliminando variações de cambagem e mantendo a área de contato dos pneus constante com o solo.
Para diminuir ainda mais o peso que não dependia diretamente das molas traseiras (massa não suspensa), os discos de freio traseiros foram deslocados para a saída da carcaça de transmissão traseira (freios internos ou inboard), em vez de ficarem instalados nas rodas. Essa engenharia reduziu sensivelmente a massa em movimento na suspensão, embora gerasse maior transferência de calor para o diferencial e dificultasse o acesso mecânico para manutenções rotineiras, como a troca de pastilhas.
A tabela a seguir demonstra o ganho dinâmico proporcionado por essa engenharia em relação a um sistema convencional de eixo rígido traseiro:
| Componente da Suspensão Traseira | Sistema de Eixo Rígido Comum (kg) | Sistema De Dion do GTV6 (kg) |
|---|---|---|
| Diferencial e Carcaça do Eixo | 54,0 (totalmente não suspenso) | 0,0 (fixado ao chassi do carro) |
| Tubo de Ligação De Dion | 0,0 | 14,0 |
| Cubos de Roda e Rolamentos | 12,0 | 12,0 |
| Discos e Pinças de Freio | 10,0 (peso fixado nas rodas) | 0,0 (montagem traseira interna) |
| Semieixos de Transmissão | 10,0 | 5,0 (50% do peso considerado suspenso) |
| Massa Não Suspensa Traseira Total | 86,0 | 31,0 |
Essa redução de mais de 50 kg de peso que não dependia das molas traseiras permitia que a suspensão respondesse de forma muito mais rápida às irregularidades do asfalto, garantindo estabilidade constante em rodovias. Na dianteira, a suspensão usava braços sobrepostos (duplos triângulos) com barras de torção longitudinais. O controle de direção era feito por pinhão e cremalheira, o que trouxe muito mais precisão em comparação com os sistemas de rosca sem fim das Alfa Romeo anteriores. Para proteção do motorista, a coluna de direção era dividida em duas partes com juntas universais e volante acolchoado colapsável contra impactos dianteiros.
O design externo do sedã foi elaborado sob uma exigência prática incomum do diretor Rudolf Hruska: o porta-malas do novo modelo médio precisava obrigatoriamente ter espaço suficiente para acomodar quatro malas grandes de tamanho padrão (720x430x230 mm cada). Isso determinou o desenho com traseira alta e imponente do carro, que acabou gerando um excelente coeficiente aerodinâmico de 0,42, um número extremamente baixo para os sedãs de três volumes daquela época.
[1972: Lançamento do 1.8] ──> [1975: Versão 1.6 e Grade Nova no 1.8] ──> [1977: Chegada do Alfetta 2000]
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O sedã original vinha de fábrica equipado com o tradicional motor de liga leve com camisas de cilindro úmidas e duplo comando de 1.779 cc (denominado comercialmente como 1.8), alimentado por dois carburadores duplos Weber 40, que gerava 122 cv de potência e alcançava 180 km/h de velocidade máxima.
Em 1975, para mitigar os altos custos de combustível decorrentes da crise internacional de petróleo, a Alfa Romeo lançou o Alfetta 1.6 com motor de 1.570 cc e 109 cv. Essa foi a primeira vez em cinquenta anos que a Alfa Romeo nomeou um modelo de rua pela sua capacidade volumétrica medida em litros (1.6) em vez de centímetros cúbicos.
O modelo de 1,6 litro era facilmente identificado por possuir apenas dois faróis circulares grandes de cada lado da dianteira, no lugar dos quatro faróis circulares pequenos originais. Na mesma época, o modelo de 1,8 litro foi renomeado como "Alfetta 1.8" e recebeu uma grade dianteira atualizada com frisos cromados e o escudo central da Alfa Romeo ligeiramente mais largo para se diferenciar visualmente do modelo mais barato.
Apresentado no Salão de Genebra de 1977, o Alfetta 2000 veio para substituir o antigo Alfa Romeo 2000 Berlina. Essa versão topo de linha era 10,5 cm mais longa que as demais, apresentando uma seção dianteira totalmente nova com dois faróis retangulares largos e para-choques de poliuretano maiores integrando as luzes de seta. As lanternas traseiras retangulares e as saídas de ventilação da coluna traseira ("C") foram modificadas.
Internamente, o painel de instrumentos foi totalmente redesenhado, apresentando mostradores do tipo tambor rotativo para temperatura do fluido de arrefecimento e pressão do óleo, além de um volante inédito e estofamento de padrão superior.
Em 1978, a Alfa atualizou esta versão para "Alfetta 2000 L" (Lusso), elevando a potência máxima do motor de 1.962 cc para 130 cv e adicionando apliques de acabamento imitando madeira no console e no painel.
Em 1979, o motor de 2,0 litros ganhou injeção eletrônica de combustível mecânica SPICA nos Estados Unidos, onde o sedã era vendido com o nome de "Alfa Romeo Sport Sedan".
Paralelamente, estreou o Alfetta Turbo D, o primeiro veículo de passageiros de fabricação italiana equipado de fábrica com um motor turbodiesel. Fornecido pela fabricante de motores marítimos e industriais VM Motori, o bloco de 2,0 litros rendia 82 cv.
Embora contasse com o mesmo acabamento interno luxuoso da versão a gasolina 2000 L, o Turbo D não possuía assistência de direção hidráulica como item de série, o que tornava a condução urbana cansativa devido aos 100 kg adicionais concentrados sobre o eixo dianteiro.
No final de 1981, a Alfa Romeo lançou a chamada "Série '82". Todas as motorizações do sedã (1.6, 1.8, 2.0 e 2.0 Turbodiesel) passaram a adotar a mesma carroceria de frente longa e o padrão de acabamento interno refinado do modelo de 2,0 litros, reduzindo a complexidade na linha de montagem e barateando custos de produção.
Em 1982, foi lançada a luxuosa versão Quadrifoglio Oro (QO). Esta versão vinha equipada de fábrica com injeção de combustível eletrônica Bosch, computador de bordo simplificado, painel de diagnóstico detalhado para checagem rápida de lâmpadas e fluidos, vidros traseiros elétricos e assentos de veludo bege com ajustes elétricos.
O terceiro e definitivo facelift do sedã trouxe para-choques de plástico envolventes integrando um spoiler dianteiro, molduras laterais de proteção cinzas na base das portas, calotas prateadas e uma moldura traseira de plástico cinza que suportava a placa e as lanternas. As saídas de ar da coluna traseira foram deslocadas para as laterais do vidro traseiro. Internamente, o painel, as portas e os instrumentos foram revisados, incorporando um console no teto com luzes de leitura e os botões dos vidros elétricos.
Neste último ano, a Alfa Romeo disponibilizou uma nova opção turbodiesel de 2,4 litros da VM Motori com 95 cv. Também em 1983, a marca comercializou 991 unidades do experimental Alfetta 2.0 CEM (Controllo Elettronico del Motore). A tecnologia utilizava uma central eletrônica de gerenciamento capaz de desligar a injeção e travar fechadas as válvulas de admissão e escape dos cilindros 1 e 4 em velocidades abaixo de 70 km/h ou em marcha lenta. Isso criava um efeito de mola de ar nos cilindros desativados, reduzindo o consumo de combustível em 12% em comparação com uma injeção convencional e em até 25% contra o motor carburado comum. O sedã foi descontinuado em 1984, sendo substituído pelo Alfa 90.
A tabela abaixo resume as versões, períodos de fabricação e volumes de produção do sedã:
| Versão Comercial | Período de Produção | Motorização e Combustível | Potência Máxima | Volume Produzido |
|---|---|---|---|---|
| Alfetta 1.8 (Série 1) | 1972–1974 | 1.779 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 104.454 |
| Alfetta (RHD - Dir. Direita) | 1972–1978 | 1.779 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 2.011 |
| Alfetta 1.8 (Série 2) | 1975–1983 | 1.779 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 67.738 |
| Alfetta 1.6 | 1975–1983 | 1.570 cc - Gasolina (Carburado) | 109 cv | 77.103 |
| Alfetta 2000 | 1976–1977 | 1.962 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 34.733 |
| Alfetta 2000 (RHD) | 1977 | 1.962 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 1.450 |
| Alfetta 2000 L | 1978–1980 | 1.962 cc - Gasolina (Carburado) | 130 cv | 60.097 |
| Alfetta 2.0 | 1981–1984 | 1.962 cc - Gasolina (Injeção/Carb.) | 130 cv | 48.750 |
| Alfetta 2000 LI America | 1978–1981 | 1.962 cc - Gasolina (Injeção Spica) | 125 cv | 1.000 |
| Alfetta 2000 Turbodiesel | 1979–1984 | 1.995 cc - Diesel (Turbodiesel) | 82 cv | 23.530 |
| Alfetta Quadrifoglio Oro | 1982–1984 | 1.962 cc - Gasolina (Injeção Bosch) | 126 cv | 19.340 |
| Alfetta CEM | 1983 | 1.962 cc - Gasolina (Injeção Modular) | 130 cv | 991 |
| Alfetta 2.4 Turbo Diesel | 1983–1984 | 2.393 cc - Diesel (Turbodiesel) | 95 cv | 7.220 |
| Total Produzido (Sedã) | 448.417 | |||
Lançado em 1974, o Alfetta GT compartilhava a mesma base mecânica inovadora do sedã, mas utilizava um chassi com distância entre-eixos encurtada em 11 cm, totalizando 2,40 metros. A carroceria com desenho do tipo fastback e perfil aerodinâmico afunilado (coeficiente de arrasto de 0,39) foi elaborada por Giorgetto Giugiaro no estúdio de design independente Italdesign.
O objetivo do projeto era substituir a aclamada linha de cupês esportivos da série 105/115 (também desenhada por Giugiaro na década anterior quando trabalhava para o estúdio Bertone), oferecendo maior aproveitamento do espaço do habitáculo traseiro e excelente volume para malas sob a tampa de vidro traseira.
O painel de instrumentos dos primeiros modelos chamava a atenção por apresentar um formato bastante incomum e focado nas pistas: apenas o mostrador analógico de rotações do motor (conta-giros) ficava localizado em um alojamento individual diretamente em frente ao volante de direção. O velocímetro e os indicadores auxiliares de nível de combustível, pressão do óleo e temperatura da água foram todos deslocados para o centro do painel, uma escolha de estilo ousada que forçava o motorista a desviar os olhos da pista para conferir a velocidade de rodagem.
Em 1976, o cupê 1.8 original foi retirado de linha para dar espaço a duas novas versões : o modelo de entrada GT 1.6, equipado com motor de 1,6 litro de 109 cv, e o modelo topo de linha GTV 2.0 (onde a sigla V significava Veloce), trazendo o motor de 2,0 litros com 122 cv de potência.
O GTV 2.0 diferenciava-se visualmente do modelo mais básico por possuir pequenas garras protetoras de borracha preta montadas nos para-choques de metal cromado, saídas de ar adicionais cortadas diretamente sob a grade dianteira para melhorar a refrigeração do motor, rodas de aço estampadas com aberturas quadradas e emblemas pretos com a inscrição "GTV" gravados nas aberturas plásticas das colunas traseiras.
Em 1979, o motor de 2,0 litros passou por atualizações no perfil dos eixos de comando e no sistema de ignição eletrônica, dando origem à versão GTV 2.0 L (Lusso) com 130 cv e suspensão com amortecedores mais rígidos.
Durante esse período, a divisão oficial de competições da Alfa Romeo, a preparadora Autodelta, produziu duas versões especiais de altíssimo desempenho para homologação:
No final de 1980, a Alfa Romeo promoveu a reestilização mais profunda de toda a linha de cupês. A inscrição "Alfetta" foi retirada de circulação e o carro passou a ser chamado comercialmente apenas de Alfa Romeo GTV.
Todos os acabamentos externos cromados e para-choques de metal foram descartados em favor de peças pretas foscas e protetores plásticos de resina sintética envolventes. As lanternas traseiras traseiras foram redesenhadas para formar um bloco integrado e o painel interno adotou um desenho muito mais prático e convencional, reunindo todos os relógios e mostradores diretamente atrás do volante de direção.
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Paralelamente ao GTV 2.0 de 130 cv, a grande novidade técnica foi a introdução do GTV6 2.5. O carro era impulsionado pelo motor V6 "Busso" de 2,5 litros com injeção de combustível eletrônica Bosch L-Jetronic e comando simples de válvulas por cabeçote (SOHC), produzindo 158 cv.
Para comportar a altura superior do motor de seis cilindros, o capô do GTV6 trazia uma saliência central preta de resina bastante chamativa. Além disso, o GTV6 vinha equipado com freios dianteiros com discos autoventilados, eixos de transmissão reforçados, diferencial maior de deslizamento limitado e uma calibragem de suspensão dianteira com maior ângulo de cambagem para reduzir drasticamente a tendência de sair de frente (subesterço) em curvas de alta velocidade. Em 1981, a Alfa ofereceu a versão esportiva limitada "Grand Prix" pintada na cor vermelha com rodas de liga leve cinza-escuro.
Em 1983, a Alfa Romeo atualizou as duas versões do cupê. No habitáculo, os assentos dianteiros foram substituídos por peças esportivas fornecidas pela Recaro com apoios de cabeça vazados por uma tela e estofamento central listrado.
Os painéis das portas foram simplificados com a retirada das travas manuais superiores, a fiação da antena do rádio foi integrada ao vidro do para-brisa, os espelhos retrovisores externos ganharam capas plásticas pintadas na mesma cor da carroceria e controles de ajuste elétricos. As faixas decorativas inferiores laterais da carroceria passaram a ser pintadas em cinza-escuro fosco.
A subsidiária sul-africana da Alfa Romeo produziu duas versões raras e valorizadas pelos colecionadores:
A tabela abaixo resume as versões, períodos de fabricação e volumes de produção dos cupês baseados no chassi Tipo 116:
| Versão Comercial | Período de Produção | Motorização e Combustível | Potência Máxima | Volume Produzido |
|---|---|---|---|---|
| Alfetta GT 1.8 | 1974–1976 | 1.779 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 21.947 |
| Alfetta GT 1.6 | 1976–1980 | 1.570 cc - Gasolina (Carburado) | 109 cv | 16.923 |
| Alfetta GTV 2.0 | 1976–1978 | 1.962 cc - Gasolina (Carburado) | 122 cv | 31.267 |
| Alfetta GTV 2.0 L | 1978–1980 | 1.962 cc - Gasolina (Carburado) | 130 cv | 26.108 |
| GTV8 2.6 | 1977 | 2.593 cc - Gasolina V8 (Injeção Spica) | 200 cv | 20 |
| GTV 2000 Turbodelta | 1979–1980 | 1.962 cc - Gasolina Turbo (Carburado) | 150 cv | 400 |
| GTV 2.0 (Série 2) | 1980–1983 | 1.962 cc - Gasolina (Carb./Injeção) | 130 cv | 10.352 |
| GTV 2.0 (Série 2) | 1983–1987 | 1.962 cc - Gasolina (Injeção Bosch) | 130 cv | 7.296 |
| GTV 2.0 Grand Prix | 1981–1982 | 1.962 cc - Gasolina (Injeção Bosch) | 130 cv | 650 |
| GTV6 2.5 (Série 2) | 1980–1983 | 2.492 cc - Gasolina V6 (Injeção Bosch) | 158 cv | 11.468 |
| GTV6 2.5 (Série 2) | 1983–1987 | 2.492 cc - Gasolina V6 (Injeção Bosch) | 158 cv | 10.912 |
| GTV6 3.0 V6 SA | 1984–1985 | 2.934 cc - Gasolina V6 (Carburado) | 174 cv | 212 |
| GTV6 2.5 Twin Turbo | 1985–1986 | 2.492 cc - Gasolina V6 (Biturbo) | 233 cv | 36 |
| Total Produzido (Cupê) | 137.579 | |||
A produção total unificada de toda a família de modelos baseada na plataforma Tipo 116 superou a marca de 586.000 unidades ao longo de seus quinze anos de existência. Os carros deixaram uma reputação de excelente comportamento dinâmico e equilíbrio em curvas rápidas. O acerto dinâmico do chassi transaxle continuou influenciando os projetos da Alfa Romeo pelas décadas seguintes, consolidando o Tipo 116 como um dos carros de arquitetura mecânica mais influentes da indústria automobilística italiana.