Aston Martin DBS Volante

Aston Martin DBS Volante

Ficha técnica, versões e história do Aston Martin DBS Volante.

Gerações do Aston Martin DBS Volante

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Aston Martin DBS Volante G2

2ª Geração

(2008 - 2012)

5.9 517 cv
Aston Martin DBS Volante G3

3ª Geração

(2019 - 2024)

5.2 Twin-Turbo 770 cv

Dados Técnicos e Históricos: Aston Martin DBS Volante

A Convergência de Poder e Liberdade

A história da Aston Martin é pontuada por siglas que evocam respeito imediato, mas poucas carregam o peso gravitacional da designação "DBS". Quando acoplada ao termo "Volante" — a nomenclatura histórica da marca para seus conversíveis de luxo — ela define uma classe muito específica de automóvel: o Super Grand Tourer de céu aberto. Este relatório destina-se a explorar, com profundidade exaustiva, a trajetória técnica, histórica e comercial do Aston Martin DBS Volante.

Diferente de modelos de entrada ou de carros puramente esportivos, o DBS Volante sempre ocupou o topo da hierarquia em Gaydon (e anteriormente em Newport Pagnell). Ele representa o momento em que a engenharia britânica decide não fazer concessões: o motor mais potente disponível é montado no chassi mais elegante, com o teto removido para amplificar a experiência sensorial.

A análise a seguir não se limita a uma cronologia superficial. Investigaremos os "anos perdidos" da era clássica, onde o modelo existiu mais como conceito do que como produto; detalharemos a renascença moderna com o glorioso motor V12 aspirado; e dissecaremos a era final da indução forçada com os modelos Superleggera e 770 Ultimate. Serão apresentados números de produção precisos — cruciais para colecionadores —, especificações de engenharia e a análise das edições especiais que transformaram este carro em um ativo de investimento.

As Origens e o "Volante Perdido" (1967–1972)

O Contexto do Nascimento do DBS

Em meados da década de 1960, a Aston Martin desfrutava do sucesso global do DB5 e do DB6, impulsionado pela fama cinematográfica de James Bond. No entanto, o design da série DB4/5/6, criado pela Carrozzeria Touring Superleggera de Milão, começava a envelhecer frente às tendências mais angulares e modernas que surgiam na Itália e nos Estados Unidos. A Aston Martin precisava de um substituto que oferecesse mais espaço interno, acomodando quatro adultos com conforto real, algo que o DB6 fazia apenas parcialmente.

A Touring foi inicialmente contratada para desenhar o sucessor e produziu dois protótipos conhecidos como "DBS C". Estes carros eram conversíveis de dois lugares, com linhas fluidas e elegantes. Contudo, a Touring faliu em 1966, antes que o projeto pudesse ser industrializado. A Aston Martin, precisando de uma solução rápida, recorreu ao seu designer interno, William Towns. Towns criou algo radicalmente diferente: um coupé fastback largo, agressivo e angular, que rompia com as curvas suaves da década anterior. Lançado em 1967, o DBS Coupe foi um choque de modernidade.

Por Que Não Houve um DBS Volante Clássico?

Durante o período de produção do DBS (1967–1972), a Aston Martin tomou uma decisão estratégica e financeira curiosa. Embora tivessem um novo chassi e um novo design com o DBS, a demanda por conversíveis continuou sendo atendida pelo modelo anterior, o Aston Martin DB6 Volante.

A produção do DB6 Volante estendeu-se até 1970, coexistindo com o DBS Coupe. Para a diretoria da época, o DBS era posicionado como um GT moderno e fechado para o homem de negócios ou família, enquanto o DB6 Volante atendia ao cliente tradicional que desejava passear ao ar livre. Portanto, o "DBS Volante" nunca entrou no catálogo oficial da época como um modelo de produção regular.

A Evolução Técnica e o Legado V8

O DBS original foi projetado para receber um novo motor V8, desenvolvido pelo lendário engenheiro Tadek Marek. No entanto, o motor sofreu atrasos de desenvolvimento. Como resultado, os primeiros DBS (1967–1969) foram equipados com o motor de seis cilindros em linha de 4.0 litros do DB6, produzindo cerca de 282 cv (ou 325 cv na especificação Vantage).

Foi apenas em 1969 que o DBS V8 foi lançado, equipado finalmente com o motor V8 de 5.3 litros. Este carro tornou-se, na época, o carro de quatro lugares mais rápido do mundo, capaz de atingir 257 km/h (160 mph).

Quando a empresa foi vendida e a era de David Brown encerrou-se em 1972, o DBS sofreu um "facelift" (recebendo dois faróis simples em vez de quatro) e foi renomeado simplesmente para Aston Martin V8. Foi somente anos depois, em 1978, sobre esta base revisada (que tecnicamente ainda era o chassi do DBS), que a Aston Martin lançou o "V8 Volante". Assim, embora o DNA do DBS estivesse presente, o nome "DBS Volante" permaneceu adormecido.

Resumo da Produção da Era Clássica

  • DBS (6 cilindros): 787 unidades.
  • DBS V8: Aproximadamente 402 unidades.
  • DBS Volante (Fábrica): 0 unidades de produção em série (apenas conversões especiais ou protótipos não comercializados em massa).
O Renascimento Moderno: V12 Volante (2009–2012)

Após um hiato de 35 anos, a sigla DBS retornou em 2007 como o carro oficial de James Bond em Cassino Royale. Mas foi em 2009, no Salão do Automóvel de Genebra, que a história foi reescrita: a Aston Martin lançou, pela primeira vez em série, o DBS Volante. Este modelo não era apenas uma versão sem teto do coupé; era a afirmação da Aston Martin, então sob propriedade independente (após a venda pela Ford), de que poderia produzir o conversível mais belo e potente do mundo.

Engenharia e Design: A Busca pela Perfeição

O DBS Volante (2009–2012) foi construído sobre a plataforma VH (Vertical-Horizontal) de alumínio colado, uma tecnologia aeroespacial que garantia rigidez estrutural leve. No entanto, para compensar a perda do teto, a engenharia precisou reforçar as soleiras e a estrutura do para-brisa.

Materiais e Peso

Para mitigar o ganho de peso inerente aos reforços, a Aston Martin fez uso extensivo de fibra de carbono — algo raro para carros de produção em série naquela época. O capô, os para-lamas dianteiros e a tampa do porta-malas (tonneau) eram todos feitos de fibra de carbono.

  • Peso do Coupe: 1.695 kg.
  • Peso do Volante: 1.810 kg.

O aumento de 115 kg era perceptível no papel, mas a calibração da suspensão adaptativa (ADS) foi ajustada para manter o caráter esportivo.

A Capota de Tecido

A Aston Martin resistiu à tendência da época de usar tetos rígidos retráteis (como na Ferrari California). A marca optou por uma capota de lona clássica com isolamento acústico "Thinsulate".

  • Motivo: Preservar a elegância das linhas traseiras e manter o centro de gravidade baixo. Um teto rígido exigiria uma traseira volumosa e desajeitada para acomodar os painéis de metal.
  • Operação: A capota abria em apenas 14 segundos e podia ser operada em velocidades de até 48 km/h. Quando recolhida, ela desaparecia completamente sob uma tampa rígida nivelada com a carroceria, mantendo a pureza do design.

O Coração da Besta: Motor AM11 V12

Sob o capô longo residia uma das maiores obras da engenharia automotiva britânica: o motor V12 de 6.0 litros naturalmente aspirado.

  • Código do Motor: AM11.
  • Deslocamento: 5.935 cc.
  • Potência: 517 cv (510 bhp / 380 kW) a 6.500 rpm.
  • Torque: 570 Nm (420 lb-ft) a 5.750 rpm.
  • Performance: 0 a 100 km/h em 4,3 segundos. Velocidade máxima de 307 km/h (191 mph) com a capota fechada.

Este motor era famoso não apenas pela força, mas pela entrega linear de potência e pelo som. Equipado com válvulas de bypass no escapamento, o carro era civilizado em baixas rotações e emitia um uivo metálico e visceral acima de 4.000 rpm, uma característica que se perdeu na era dos turbos modernos.

Transmissão: A Divisão Crucial para Colecionadores

O DBS Volante foi oferecido com duas opções de transmissão, montadas na traseira (transaxle) para distribuição de peso 50:50. Esta escolha define hoje o valor e a raridade do carro.

  • Touchtronic 2 (Automática): Uma caixa ZF de 6 velocidades com conversor de torque. Era suave, competente e a escolha de 95% dos compradores que buscavam um GT relaxado.
  • Manual de 6 Velocidades: Uma caixa Graziano, com uma alavanca de metal frio ao toque e engates precisos e mecânicos. Esta transmissão transformava o carro de um cruzador de bulevares em uma máquina de engajamento físico intenso. No Volante, esta configuração é extraordinariamente rara.
Produção e Raridade Estatística (2009–2012)

Para o colecionador sério e o historiador automotivo, os números de produção são a parte mais fascinante da história do DBS Volante. Graças aos registros detalhados do Aston Martin Heritage Trust, podemos dissecar a produção exata, revelando que o DBS Volante, especialmente na versão manual, é um dos carros mais raros da era moderna.

Volume Total de Produção

Durante os quatro anos de produção (Model Year 2009 a 2012), os números totais foram:

  • DBS V12 Coupe: 2.534 unidades.
  • DBS V12 Volante: 845 unidades.

Isso significa que, para cada três Coupes fabricados, apenas um Volante saiu da linha de montagem em Gaydon.

A "Agulha no Palheiro": O DBS Volante Manual

A estatística mais chocante reside na transmissão. Enquanto o Coupe teve 984 unidades manuais produzidas (uma quantidade saudável), o Volante manual foi praticamente ignorado pelos compradores da época, tornando-se hoje o "Santo Graal".

Produção do DBS Volante por Ano e Transmissão
Ano Modelo (MY) Produção Total (Volante) Transmissão Touchtronic 2 (Auto) Transmissão Manual
2009 MY 110 20 10
2010 MY 97 92 5
2010.5 MY 228 218 10
2010.75 MY 131 121 10
2011 MY 179 169 10
2012 MY 20 9 20
TOTAL GERAL 845 801 44

Análise dos Dados: Com apenas 44 unidades manuais produzidas em todo o mundo, o DBS Volante Manual é mais raro do que hipercarros como o McLaren F1 ou muitas Ferraris de edição limitada. Destes 44, a divisão entre volante à direita (RHD) e volante à esquerda (LHD) torna certos mercados ainda mais escassos.

Versões e Edições Especiais (2009–2012)

Para manter o apelo do modelo ao longo de sua vida útil, a Aston Martin lançou diversas edições especiais que adicionavam exclusividade cosmética e de acabamento.

DBS Carbon Black (2010)

Esta foi a primeira grande edição especial, focada em um visual "stealth".

  • Exterior: Pintura exclusiva "Carbon Black" metálica, que exigia 50 horas de processo manual de pintura.
  • Detalhes: Rodas de 10 raios com acabamento preto e face diamantada, grade frontal preta e sensores de estacionamento pretos (anteriormente eram da cor da carroceria ou cromados).
  • Interior: Couro Obsidian Black com costura prata contrastante grossa e uma placa na soleira identificando a edição. O console central era em Piano Black.

DBS Carbon Edition (2011–2012)

Introduzida no final de 2011, esta edição expandiu o conceito da Carbon Black.

  • Cores: Além do Carbon Black, foram adicionadas duas novas cores: "Flame Orange" e "Ceramic Grey".
  • Inovação: Foi o primeiro Aston Martin a oferecer opção de pintura acetinada (satin), criando uma textura sedosa que absorvia a luz de forma diferente do brilho tradicional.
  • Acabamento: Capas dos retrovisores em fibra de carbono, lanternas traseiras com vidro fumê e preenchimento de carbono, e pinças de freio disponíveis em cores vibrantes como amarelo e vermelho.

DBS Dragon 88 (2012)

Uma das edições mais raras e culturalmente específicas, criada para o mercado chinês em celebração ao Ano do Dragão. A produção foi limitadíssima, com registros indicando apenas um único DBS Volante Dragon 88 construído (cor Amethyst Red).

  • Detalhes: Emblemas da Aston Martin banhados a ouro 24 quilates. Interior com bordados de dragão nos encostos de cabeça e cores simbolizando riqueza e sorte.

DBS Ultimate (2012) – A Despedida

O "canto do cisne" da geração V12 aspirada. Lançado em maio de 2012, o DBS Ultimate encerrou a produção.

  • Exclusividade: Produção estritamente limitada a 100 unidades numeradas (59 Coupes e 41 Volantes).
  • Visual: Disponível em Carbon Black, Quantum Silver ou Silver Fox. Pacote agressivo de acabamentos pretos, incluindo ponteiras de escape em Zircotec preto, grade preta e espelhos de carbono.
  • Interior: Couro com acolchoado diamante (quilted) nos bancos e no teto, costura vermelha e logotipos "S" vermelhos bordados.
A Era Superleggera e Revolução Turbo (2018–2024)

Após a descontinuação do DBS em 2012, a Aston Martin lançou o Vanquish de segunda geração. O nome DBS ficou adormecido até 2018, quando retornou triunfante, agora acompanhado do sobrenome histórico "Superleggera" (Superleve), uma homenagem à construção da Touring dos anos 60. O DBS Superleggera Volante foi lançado em abril de 2019 e representou uma mudança filosófica completa. Se o DBS anterior era um GT elegante, o novo era um "Brute in a Suit" (Um bruto de terno).

Especificações Técnicas: A Era do Torque

A maior mudança foi a transição da aspiração natural para a indução forçada.

  • Motor: AE31 V12 de 5.2 litros Biturbo.
  • Potência: 725 cv (715 bhp) a 6.500 rpm.
  • Torque: 900 Nm (664 lb-ft) disponíveis de 1.800 a 5.000 rpm.

Insight: O torque do novo modelo era quase o dobro do antigo DBS em baixas rotações. Isso exigiu o abandono das caixas manuais e da antiga automática de 6 marchas.

  • Transmissão: ZF 8HP95 automática de 8 velocidades. Esta é a única caixa capaz de lidar com os 900 Nm de torque sem explodir, mantendo o refinamento.
  • Performance: 0 a 100 km/h em 3,6 segundos. Velocidade máxima de 340 km/h (211 mph) — tornando-o o conversível mais rápido da história da marca na época.

Aerodinâmica: Aeroblade II

O DBS Superleggera Volante incorporou inovações aerodinâmicas avançadas para manter a estabilidade a 340 km/h sem a necessidade de aerofólios gigantescos.

  • Sistema Aeroblade II: O ar é capturado nas laterais da carroceria, passa por dutos internos e é expelido verticalmente na tampa do porta-malas, criando uma "cortina de ar" que funciona como um spoiler virtual.
  • Downforce: O Volante gera 177 kg de downforce na velocidade máxima, apenas 3 kg a menos que o Coupe, uma conquista notável de engenharia para um conversível.
Edições Especiais da Era Moderna

A plataforma DBS Superleggera serviu de base para diversas edições limitadas, embora a maioria tenha sido focada no Coupe. É fundamental distinguir quais existiram como Volante.

DBS 59 (2019)

Homenagem à vitória em Le Mans em 1959. Limitado a 24 unidades. Baseado predominantemente no Coupe para replicar o teto do carro de corrida DBR1.

DBS OHMSS (2019)

Homenagem aos 50 anos do filme "A Serviço Secreto de Sua Majestade". 50 unidades produzidas, apenas Coupe, replicando o verde oliva do carro do filme.

DBS 007 Edition - No Time To Die (2020)

Lançado para o filme "Sem Tempo Para Morrer". 25 unidades produzidas, apenas Coupe, com especificação cinza cerâmico. O Volante não foi incluído nesta série numerada oficial.

O Grand Finale: DBS 770 Ultimate Volante (2023–2024)

Em janeiro de 2023, a Aston Martin anunciou o fim da linha DBS atual e, simbolicamente, o fim da era dos V12 puros de motor dianteiro sem hibridização. O modelo de despedida foi batizado de DBS 770 Ultimate.

Engenharia: Aprimorando a Perfeição

O 770 Ultimate não foi apenas um pacote de adesivos; houve engenharia real envolvida.

  • Motor: A pressão do turbo foi aumentada em 7%, elevando a potência para 770 cv (759 bhp). O torque permaneceu em 900 Nm.
  • Chassis e Direção: Instalação de uma coluna de direção de montagem sólida (sem buchas de borracha isolantes), aumentando drasticamente o feedback. A rigidez lateral dianteira foi aumentada em 25%.
  • Transmissão: O software da caixa ZF foi recalibrado para trocas mais rápidas e agressivas no modo Sport+.

Produção e Exclusividade

Diferente das edições de filme, o 770 Ultimate teve uma alocação significativa de Volantes, reconhecendo a demanda por conversíveis de coleção.

  • Produção Total: 499 unidades.
  • Coupe: 300 unidades.
  • Volante: 199 unidades.

Toda a produção foi vendida antes do lançamento público. Visualmente, distingue-se pelas rodas exclusivas inspiradas no hipercarro Valkyrie e uma nova ventilação em forma de ferradura no capô.

Análise Comparativa e Legado

A trajetória do Aston Martin DBS Volante é uma história de dois capítulos distintos separados por décadas de silêncio.

No Capítulo Clássico (1967-1972), o DBS Volante foi o "carro que não existiu", uma sombra projetada pelo DB6 Volante e pelo futuro V8 Volante. Sua ausência nos catálogos de época o torna uma nota de rodapé fascinante sobre as estratégias de produto de David Brown.

No Capítulo Moderno (2009-Presente), o DBS Volante floresceu em duas formas distintas:

  • O Purista (2009-2012): O DBS V12 aspirado representa a elegância clássica. É um carro de som, de tato e de proporções áureas. A versão manual, com apenas 44 unidades, é o investimento definitivo desta era.
  • O Brutalista (2018-2024): O DBS Superleggera/770 representa a dominação pela força. Com seu torque de caminhão e velocidade de supercarro, ele redefiniu os limites físicos de um conversível de quatro lugares.
Tabela Comparativa Final das Gerações Volante
Característica DBS V12 Volante (2009–2012) DBS Superleggera Volante (2019–2023) DBS 770 Ultimate Volante (2023–2024)
Motor 6.0L V12 Aspirado 5.2L V12 Biturbo 5.2L V12 Biturbo (Aprimorado)
Potência 517 cv 725 cv 770 cv
Torque 570 Nm 900 Nm 900 Nm
0-100 km/h 4,3 s 3,6 s 3,4 s (est.)
Velocidade Máx. 307 km/h 340 km/h 340 km/h
Peso 1.810 kg 1.863 kg ~1.845 kg
Produção Volante 845 (44 Manuais) ~1.500+ (Estimado) 199 (Limitado)
Caráter Analógico, Sonoro, Elegante Digital, Explosivo, Agressivo Focado, Preciso, Colecionável

O legado do DBS Volante é o da persistência da configuração V12 em um mundo que se volta para a eletrificação. Seja na forma aspirada ou turbinada, ele permanece como o ápice do automobilismo britânico de céu aberto: imperfeito, caro, barulhento e absolutamente irresistível.

Dados técnicos baseados em: • Catálogo oficial da montadora • Documentação WLTP / Inmetro quando disponível • Press releases oficiais

Conteúdo editorial produzido por Gabriel Carvalho. | Última revisão: Dezembro/2025.