1ª Geração
(2020-2024)
Ficha técnica, versões e história do Ferrari Roma.
Selecione uma geração para ver as versões disponíveis
(2020-2024)
Selecione uma motorização para ver a ficha técnica completa
A Ferrari Roma não é apenas mais um modelo no ilustre portfólio de Maranello; é uma declaração de intenções, um manifesto sobre rodas que redefine o conceito de Gran Turismo (GT) para o século XXI. Lançada com o evocativo slogan "La Nuova Dolce Vita" (A Nova Vida Doce), a Roma representa a fusão magistral entre a elegância atemporal, característica dos GTs clássicos da marca, e a performance de vanguarda que se espera de um Cavallino Rampante. O conceito por trás do carro é a chave para a sua compreensão: uma reinterpretação contemporânea do estilo de vida despreocupado, prazeroso e sofisticado que caracterizou a cidade de Roma nas décadas de 1950 e 1960. Essa filosofia permeia cada linha do design, cada detalhe do interior e cada resposta do seu aclamado motor V8.
Estrategicamente, a Roma foi posicionada para servir como uma porta de entrada ao universo Ferrari, com o objetivo claro de atrair uma nova clientela. A marca mirou em consumidores que, de outra forma, poderiam optar por modelos como o Porsche 911 ou os GTs da Aston Martin. Para seduzir esse público, a Ferrari criou um carro que oferece a emoção e o prestígio da marca, mas com uma abordagem de "elegância discreta", menos intimidante que seus irmãos de motor central-traseiro, como a F8 Tributo. A Roma é, portanto, um estudo de equilíbrio: um supercarro com a usabilidade de um GT, projetado para ser tão gratificante em uma viagem pela costa quanto em uma estrada sinuosa de montanha.
O design da Ferrari Roma nasceu no Ferrari Styling Centre, sob a liderança de Flavio Manzoni, com uma filosofia clara: minimalismo, pureza e a síntese absoluta de seus elementos. A equipe de design buscou remover todos os detalhes supérfluos, tratando o carro como uma escultura coesa, onde proporções harmoniosas e volumes puros e elegantes se sobrepõem à ornamentação. O resultado é uma linguagem de design extremamente moderna, mas que, paradoxalmente, está profundamente enraizada na tradição da marca.
A inspiração histórica é evidente e deliberada. A Roma presta homenagem direta aos icônicos Gran Turismos da Ferrari dos anos 1960, mais notavelmente o 250 GT Berlinetta Lusso e o 250 GT 2+2. No entanto, não se trata de um exercício de nostalgia ou de um design retrô. Em vez disso, Manzoni e sua equipe reinterpretaram os volumes e a fluidez desses carros lendários para criar algo inteiramente novo. As proporções clássicas de um GT com motor dianteiro — capô longo, cabine recuada e traseira curta — são executadas com uma modernidade inconfundível.
Essa escolha de inspiração vai além da mera estética; ela representa uma decisão estratégica fundamental para o posicionamento da Roma. Ao evocar a era dourada dos GTs, a Ferrari conseguiu diferenciar a Roma de forma clara dentro de sua própria gama de produtos. Enquanto um supercarro de motor central como a F8 Tributo ou a 296 GTB comunica agressividade e foco em performance de pista, a Roma comunica sofisticação, versatilidade e prazer de dirigir em longas distâncias. A herança dos GTs clássicos informa ao cliente em potencial que este é um carro projetado para ser usado e apreciado no dia a dia, equilibrando performance extrema com um nível de conforto e praticidade incomum para a marca. O design, portanto, não é apenas sobre a aparência; é uma ferramenta de comunicação que define o propósito do carro: ser o GT definitivo para a era moderna.
A execução da filosofia de design da Roma é visível em cada superfície e componente, tanto por fora quanto por dentro. O carro é um estudo de como a tecnologia pode servir à pureza estética, criando uma forma que é ao mesmo tempo funcional e bela.
O exterior da Roma é definido por linhas limpas e uma silhueta fluida. A frente do carro é particularmente distinta, com um design descrito como monolítico e um efeito de "nariz de tubarão" em balanço, que parece ter sido esculpido a partir de um único bloco de metal. Em uma ruptura com a tradição, a grade frontal foi reinterpretada como uma superfície perfurada na cor da carroceria, uma solução que serve à refrigeração do motor de forma sutil e integrada ao design geral.
A iluminação é um elemento-chave da identidade visual da Roma. Os faróis Full LED são finos e lineares, atravessados por uma faixa de luz diurna (DRL) horizontal que adiciona uma sensação de tensão e largura à frente do carro. Na traseira, a abordagem minimalista continua. O desenvolvimento tecnológico permitiu reduzir drasticamente as dimensões das lanternas, que são descritas como "joias" incrustadas no volume da carroceria. Essas fontes de luz lineares dialogam com o aerofólio ativo, criando uma linha contínua que define a traseira do veículo.
A aerodinâmica é habilmente integrada ao design, evitando apêndices agressivos. O elemento mais notável é o aerofólio traseiro ativo, que permanece perfeitamente alinhado com a carroceria em baixas velocidades para preservar a pureza das linhas. Em altas velocidades, ele se ajusta automaticamente em três posições (baixo arrasto, downforce médio e alto downforce) para otimizar a estabilidade, gerando até 95 kg de força descendente a 250 km/h. Além disso, um par de geradores de vórtice sob o assoalho do carro trabalha para criar um efeito solo, gerenciando o fluxo de ar e garantindo uma geração de carga aerodinâmica eficiente. Detalhes como as maçanetas embutidas reforçam essa busca pela pureza, garantindo que nada perturbe a silhueta esculpida do carro.
O interior da Roma representa uma evolução significativa na filosofia de design da Ferrari, introduzindo uma versão aprimorada do conceito "Dual Cockpit". A arquitetura da cabine cria duas células distintas e quase simétricas para o motorista e o passageiro, separadas por um proeminente console central. Essa abordagem não apenas organiza o espaço de forma orgânica, mas também visa envolver o passageiro de forma mais ativa na experiência de condução, fazendo-o sentir-se como um copiloto em vez de um mero espectador.
A interface homem-máquina (HMI) foi completamente redesenhada com base na filosofia "Olhos na estrada, mãos no volante". O novo volante concentra quase todos os comandos principais do carro em superfícies hápticas (sensíveis ao toque), incluindo o botão de partida, o seletor de modo de condução (manettino) e até mesmo os indicadores de direção. À frente do motorista, um enorme painel de instrumentos digital de 16 polegadas, totalmente configurável, substitui os mostradores analógicos tradicionais.
O console central é dominado por uma tela vertical de 8,4 polegadas, que controla as funções de infotainment, navegação e climatização. O passageiro, por sua vez, tem sua própria tela de 8,8 polegadas, que exibe dados de performance do veículo e permite o controle de funções como música e ar-condicionado.
Essa imersão digital no interior cria uma dualidade fascinante com o exterior de inspiração clássica. Não se trata de uma contradição, mas de uma manifestação física da dupla personalidade da Roma: um GT clássico em sua alma, mas um supercarro do século XXI em sua execução. A Ferrari deliberadamente criou essa tensão entre o analógico (a inspiração) e o digital (a interface). O design exterior evoca a elegância do passado, enquanto o interior, dominado por telas e controles táteis, é resolutamente futurista. Essa abordagem busca satisfazer duas demandas simultâneas do mercado de luxo: a nostalgia e a pureza de um GT tradicional, e a tecnologia e conectividade avançadas esperadas em um carro moderno. O conceito "Dual Cockpit" é a ponte entre esses dois mundos, oferecendo uma experiência de condução compartilhada, típica de um GT, através de uma interface totalmente digital. É a forma da Ferrari materializar a ideia de que "La Nuova Dolce Vita" é vivida com as ferramentas e a tecnologia de hoje, não as de ontem.
No centro da experiência de condução da Roma está um motor que representa o auge da engenharia de combustão interna da Ferrari, combinado com uma transmissão de última geração que traduz essa potência em performance avassaladora.
A Roma é equipada com o motor F154, um V8 de 3.9 litros (3855 cc) com um ângulo de 90° entre os bancos de cilindros e dois turbocompressores. Este propulsor pertence a uma família de motores que foi laureada com o prestigioso prêmio "International Engine of the Year" por quatro anos consecutivos, um testemunho de sua excelência em performance, eficiência e resposta.
Na configuração para a Roma, o motor entrega uma potência máxima de 620 cv (equivalente a 620 PS, 456 kW ou 612 hp, dependendo da unidade de medida) em uma faixa de rotação entre 5.750 e 7.500 rpm. O torque máximo é de impressionantes 760 Nm (561 lb-ft), disponível em um platô amplo que vai de 3.000 a 5.750 rpm, garantindo uma aceleração vigorosa em praticamente qualquer situação.
Para otimizar a entrega de potência, a Ferrari implementou o sistema Variable Boost Management, um software de controle que ajusta a curva de torque de acordo com a marcha selecionada. Em marchas mais baixas, o torque é gerenciado para garantir tração máxima, enquanto em marchas mais altas, ele é liberado progressivamente, criando uma sensação de aceleração contínua e crescente à medida que as rotações sobem. A engenharia focada em eliminar o turbo lag (atraso na resposta do turbo) resulta em uma resposta do acelerador quase instantânea, um traço característico dos motores Ferrari.
A potência do motor V8 é gerenciada por uma transmissão de dupla embreagem (DCT) de 8 velocidades, uma unidade tecnologicamente avançada derivada daquela introduzida pela primeira vez na SF90 Stradale. Este novo câmbio é 6 kg mais leve que a unidade anterior de 7 velocidades utilizada no Portofino e foi projetado para proporcionar trocas de marcha mais rápidas, suaves e eficientes.
As novas relações de marcha foram cuidadosamente calibradas para a proposta da Roma. As marchas intermediárias mais curtas resultam em uma aceleração longitudinal 15% maior em terceira marcha em comparação com a transmissão anterior, enquanto uma oitava marcha mais longa permite que o carro viaje em velocidades de cruzeiro com rotações mais baixas, o que contribui para a redução do consumo de combustível e das emissões. Em um toque de design que une o moderno ao clássico, o seletor de marchas no console central imita o icônico desenho das grelhas de câmbio manual dos Ferraris do passado, uma homenagem nostálgica em um sistema totalmente automatizado.
A performance da Roma não se deve apenas ao seu motor, mas a um chassi meticulosamente projetado, uma distribuição de peso ideal e um foco incansável na redução de peso e na eficiência aerodinâmica.
A Roma é construída sobre a mesma plataforma de alumínio do modelo Portofino, mas foi extensivamente reengenheirada. A Ferrari afirma que 70% das peças são novas em comparação com sua irmã conversível. O objetivo era criar uma estrutura mais rígida e significativamente mais leve. O resultado é um peso seco de 1.472 kg e um peso em ordem de marcha (sem motorista) de 1.570 kg.
Essa leveza, combinada com a potência do motor, resulta na melhor relação peso/potência de sua categoria, com 2,37 kg por cavalo-vapor. A distribuição de peso na versão Coupé é perfeitamente equilibrada, com 50% sobre o eixo dianteiro e 50% sobre o traseiro, uma configuração ideal para uma dirigibilidade neutra e previsível.
Esses atributos de engenharia se traduzem em números de performance impressionantes, que colocam a Roma firmemente no território dos supercarros:
A tabela a seguir consolida as especificações técnicas da Ferrari Roma, servindo como uma referência completa de seus atributos.
| Característica | Especificação |
|---|---|
| Motor | |
| Tipo | V8 - 90° biturbo |
| Cilindrada | 3855 cc |
| Potência Máxima | 620 cv @ 5.750-7.500 rpm |
| Torque Máximo | 760 Nm @ 3.000-5.750 rpm |
| Transmissão | |
| Tipo | DCT (Dupla Embreagem) de 8 velocidades |
| Tração | Traseira (RWD) |
| Dimensões | |
| Comprimento | 4.656 mm |
| Largura | 1.974 mm |
| Altura | 1.301 mm |
| Distância entre eixos | 2.670 mm |
| Peso | |
| Peso Seco (Coupé) | 1.472 kg |
| Peso em Ordem de Marcha (Coupé) | 1.570 kg |
| Distribuição de Peso (Coupé) | 50% Dianteira / 50% Traseira |
| Performance | |
| 0-100 km/h | 3,4 segundos |
| 0-200 km/h (Coupé) | 9,3 segundos |
| Velocidade Máxima | > 320 km/h |
| Pneus e Freios | |
| Pneus Dianteiros | 245/35 ZR20 |
| Pneus Traseiros | 285/35 ZR20 |
| Freios | Discos de carbono-cerâmica |
| Capacidades | |
| Tanque de Combustível | 80 litros |
| Porta-malas (Coupé) | 272 litros |
A Ferrari Roma foi concebida em duas variantes de carroceria distintas, que oferecem interpretações diferentes da mesma filosofia "La Nuova Dolce Vita". É importante notar que não se tratam de "gerações" diferentes, mas sim de duas versões da mesma geração, projetadas para atender a perfis de clientes ligeiramente distintos.
A versão Coupé, produzida entre 2020 e 2024, representa a expressão mais pura da visão de design original de Flavio Manzoni. Com seu teto rígido fixo, a silhueta do carro é ininterrupta, fluindo do capô longo até a traseira compacta sem qualquer quebra visual. Esta versão maximiza a rigidez torcional do chassi de alumínio, oferecendo a experiência de condução mais focada e conectada possível. O Coupé é a personificação da elegância GT clássica, com uma forma limpa e atemporal.
Lançada em 2023 e ainda em produção, a Roma Spider marca um momento histórico para a Ferrari: o retorno de uma capota de lona a um modelo de motor dianteiro após um hiato de 54 anos, desde a icônica 365 GTS4 de 1969. Esta decisão foi deliberada para evocar uma sensação mais clássica e romântica de dirigir ao ar livre.
O mecanismo da capota é uma maravilha da engenharia. Feita com um tecido especial de cinco camadas para garantir isolamento acústico e térmico comparável ao de um teto rígido, ela abre ou fecha em apenas 13,5 segundos e pode ser operada a velocidades de até 60 km/h. Quando recolhida em seu movimento em "Z", a capota ocupa uma altura de apenas 220 mm, o que permite um volume de porta-malas de 255 litros, um valor generoso para a categoria.
Para compensar a remoção do teto rígido, o chassi da Spider recebeu reforços estruturais, resultando em um aumento de peso de cerca de 84 kg em relação ao Coupé, com um peso seco de 1.556 kg. A distribuição de peso também foi ligeiramente alterada para 48% na dianteira e 52% na traseira. Apesar disso, a performance permanece praticamente idêntica, com o 0-100 km/h mantido em 3,4 segundos e o 0-200 km/h sendo apenas marginalmente mais lento, em 9,7 segundos.
Uma inovação exclusiva da Spider é um defletor de vento patenteado. Integrado ao encosto dos bancos traseiros, ele pode ser acionado por um botão a velocidades de até 170 km/h, girando para uma posição atrás da cabeça dos ocupantes. Este sistema cria uma "bolha" de ar calmo na cabine, reduzindo a turbulência em cerca de 30% e aumentando significativamente o conforto ao dirigir com a capota aberta.
A tabela abaixo resume as principais diferenças entre as duas versões.
| Característica | Ferrari Roma Coupé | Ferrari Roma Spider |
|---|---|---|
| Carroceria | Teto Rígido Fixo | Capota de Lona Retrátil |
| Período de Produção | 2020 – 2024 | 2023 – Presente |
| Peso Seco | 1.472 kg | 1.556 kg |
| Distribuição de Peso | 50% D / 50% T | 48% D / 52% T |
| Aceleração 0-200 km/h | 9,3 segundos | 9,7 segundos |
| Capacidade do Porta-malas | 272 litros | 255 litros |
| Característica Exclusiva | - | Defletor de vento patenteado |
Fiel à sua estratégia de manter a exclusividade e o valor de seus veículos, a Ferrari não divulga publicamente os números de produção para modelos específicos. No entanto, é possível delinear o ciclo de vida e o sucesso comercial da Roma através de dados públicos e relatórios financeiros. O período de produção do Coupé foi de 2020 a 2024, enquanto a produção da Spider começou em 2023 e continua ativa.
Relatórios anuais da Ferrari confirmam o impacto positivo do modelo. Em 2021, as entregas foram impulsionadas pela família F8, juntamente com a Ferrari Roma e a SF90 Stradale, que alcançaram distribuição global. Em 2023, ano em que a Ferrari atingiu um recorde histórico de 13.663 carros entregues, a Roma Spider foi citada como um dos modelos cujas entregas começaram no último trimestre, contribuindo para o forte resultado. Em 2024, a Roma Spider e o Purosangue foram os principais impulsionadores do aumento nas entregas, enquanto o Coupé foi gradualmente descontinuado ("phased out") ao longo do ano.
O Coupé saiu de linha para dar lugar ao seu sucessor, que, segundo fontes da indústria, será chamado de Ferrari Amalfi. O ciclo de vida de quatro anos do Coupé pode parecer curto para os padrões históricos, mas isso não deve ser interpretado como um fracasso. Pelo contrário, reflete uma nova e mais ágil estratégia de produto da Ferrari. Em vez de manter um modelo por um longo período, a marca agora parece preferir ciclos mais curtos e uma segmentação mais clara. A Roma Coupé estabeleceu com sucesso um novo paradigma de design e posicionamento para o GT da marca. A introdução da Spider e a rápida sucessão pelo Amalfi indicam uma estratégia para manter o portfólio constantemente atualizado e diversificado. O "conceito Roma" de um GT elegante e de altíssima performance continua, mas evolui em duas frentes: a experiência ao ar livre com a Spider, que permanece em produção, e a próxima iteração tecnológica com o Amalfi. Esta abordagem mantém o interesse do mercado elevado, incentiva a renovação da frota por parte dos clientes e permite que a Ferrari responda mais rapidamente às tendências de design e tecnologia, maximizando tanto a receita quanto a percepção de inovação da marca.
A Ferrari Roma cumpriu com maestria a promessa de seu slogan, "La Nuova Dolce Vita". Ela se estabeleceu como muito mais do que um simples tributo ao passado glorioso dos Gran Turismos da marca; foi um passo ousado e bem-sucedido em direção ao futuro desta categoria de automóveis. Ao combinar uma silhueta de beleza clássica e proporções perfeitas com um interior digital de vanguarda e uma performance de supercarro, a Roma provou que elegância e potência extrema não são mutuamente exclusivas.
O modelo será lembrado como aquele que equilibrou com perfeição a herança romântica da Ferrari com a inovação implacável que define a marca. Ela não apenas criou um dos carros mais belos e versáteis de sua era, mas também cumpriu seu objetivo estratégico de abrir as portas de Maranello para uma nova geração de admiradores, que buscam a emoção de um Ferrari envolta em um pacote de sofisticação e usabilidade diária. A Roma não apenas reviveu a "dolce vita"; ela a reinventou para o século XXI, deixando um legado duradouro de design, performance e estilo.
Imagens do Ferrari Roma